Quer uma visão mais deprimente que uma pessoa num ônibus? Pode ser o executivo em seu terno italiano ou o senhor fantasiado de palhaço que ficam apagados como manchas borradas num quadro pintado pela cinza fumaça da cidade. Sou tragado pela sensação de que não tenho controle da minha vida, que sou mais um na multidão padronizada em meio ao um cemitério de sonhos. O silêncio me toma numa noite sem música. O asfalto bruxuleado pelas luzes dos postes que vêm e passam.
Levanto-me e dou um sinal para o motorista então parar...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário